BUSINESS THINKING

“Não adianta mostrar para as pessoas uma nova visão. Você deve fazer as pessoas experimentá-la de modo a evocar suas possibilidades.” Como exercício, vamos usar exemplos reais fatos reais que estão disponíveis na mídia, no mesmo dia de agosto de 2018.

Caso de sucesso além do esperado?

A inovação tecnológica desenvolveu uma vestimenta esportiva à base de poliuretano que cobria o corpo dos nadadores. Em dois anos, foram mais de 140 recordes ultrapassados. Então, a Federação Internacional de Natação proibiu a tecnologia mágica porque o traje facilitava demais.

Caso de insucesso crônico?

A cada hora, seis pessoas morrem por “eventos adversos graves”, ocasionados por erros de tratamento, por falhas em processos ou por infecções nos hospitais brasileiros. Desses óbitos, calcula-se que quatro poderiam ser evitados com prevenção e a realização dos procedimentos corretos.

Sucesso ou insucesso, dependendo do sistema de avaliação, ambos os fatos são exemplos de negócios humanos mal realizados. No primeiro caso, a inovação era tão exuberante que ofuscou a tomada de decisão das organizações que administram a prática do esporte. No segundo caso, quatro entre seis brasileiros morrem por incompetência do sistema de saúde.

Business Thinking tem a ver diretamente com estes dois casos escolhidos para exemplificar os desastres de projetos mal realizados no contexto real da vida das pessoas. Business Thinking não é mágica, é uma abordagem dos negócios humanos (sociais, culturais ou econômicos) que envolve um respeito maior pelo que já aconteceu antes e o que pode acontecer depois. Um respeito maior pela cadeia dos humanos interessados nas questões estudadas. Business Thinking envolve empatia, colaboração, transdisciplinaridade, lógica e muita criatividade em um processo de prototipagens sucessivas.

Business Thinking é uma forma nova de gerar soluções e está dedicado a inventar um novo futuro melhor para todos nós.

Rique Nitzsche